RH do futuro: não deixe sua empresa de fora

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Resumo do artigo para você que está sem tempo

Neste artigo, abordamos como o People Analytics está se tornando indispensável para o RH do futuro, especialmente em um cenário de orçamentos enxutos e crescente perda de talentos. A análise de dados deixou de ser tendência e passou a ser uma necessidade real dentro das organizações.

Os números reforçam a urgência: apenas 13% dos funcionários estão engajados globalmente, segundo a Gallup, e mais de 20% dos trabalhadores europeus enfrentam problemas de saúde mental. Esses dados evidenciam que tratar pessoas como o maior patrimônio da empresa não é apenas um discurso, mas uma demanda estratégica.

Um exemplo prático vem da NFL, que ao adotar analytics conseguiu reduzir despesas e melhorar a gestão de descanso dos atletas, diminuindo partidas consecutivas em mais de 8%. Gigantes como Google, Apple e Amazon já aplicam essa lógica há tempos e colhem os resultados com os melhores talentos do mercado.

Investir em People Analytics é uma decisão que impacta diretamente a produtividade, o engajamento e a retenção de colaboradores. Empresas que ignoram essa transformação correm o risco de ficar para trás em um mercado cada vez mais orientado por dados.

Não há como negar: a tecnologia é a principal pauta de discussão quando o assunto envolve Recursos Humanos. Por isso, cada vez mais empresas buscam o People Analytics como uma solução de eficiência e aperfeiçoamento de gestão. É preciso se reinventar. Em um cenário onde os orçamentos estão cada vez mais apertados e o escape de talentos aumenta a cada ano, as organizações precisam buscar soluções inteligentes e que pensem em um futuro que já chegou: a análise de dados e a capacidade de prever cenários futuros entrou no cotidiano corporativo para não sair.

Para se ter uma ideia, os investimentos em Big Data e Analytics devem ultrapassar os 200 bilhões de reais em 2017. Mas por que tanto dinheiro? O diagnóstico demanda um tratamento intensivo e urgente. De acordo com a Gallup, apenas 13% dos funcionários estão engajados no mundo inteiro.

Esse é apenas um dado. Diversos outros indicadores mostram que as pessoas precisam ser tratadas como o maior patrimônio de uma empresa – e o People Analytics está aí para isso. Na Europa, pelo menos 20% dos trabalhadores não estão com a saúde-mental em dia. Na Bélgica, por exemplo, esse índice passa dos 50%.

A nível mundial, uma das últimas pesquisas da International Labour Organization (ILO) mostra que a qualidade dos ambientes de trabalho vem diminuindo. Enquanto isso, uma pesquisa da Securex mostra que a cada vez mais colaboradores estão ociosos dentro das empresas.

Nos Estados Unidos, a National Football League (NFL) é um exemplo do que a boa administração de dados pode fazer por uma organização. Depois de utilizar analytics, a NFL reduziu despesas e conseguiu fazer com que, entre outras coisas, os jogadores tivessem períodos descanso mais adequados a quantidade de treinos e jogos.

Entre as conquistas, foi possível reduzir o número de partidas consecutivas em 8,4%. Para se ter uma ideia, alguns times costumavam jogar quatro vezes em cinco dias – houve redução de 26% desses casos.

Grandes empresas de tecnologia como Google, Facebook, Apple e Amazon estão entre as primeiras gigantes a entender o mundo do People Analytics. Não à toa, essas companhias reúnem os melhores talentos e salários do mercado. Não deixe sua empresa de fora.

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